Desfralde Diurno – Como foi nosso processo

Será que já está na hora de iniciar o desfralde da minha filha? Como saber o momento certo para iniciar esse processo, que é tão importante na vida desses baixinhos? Qual a idade correta? Sera que ela (e) está preparada(o)? então, vou te dizer que não tem um padrão onde todas as crianças de 2 anos ou 2 anos e meio estão prontas para entrar nesse processo. Na verdade vai muito do organismo de cada uma, mais normalmente esse período gira entre os 2 e os 3 anos de idade. Mas lembre-se que você como mamãe e papai deve observar aos sinais de seus filhos.

Observe os sinais:

  • A criança já aprendeu a andar ?
  • Tem paciência para ficar sentada ?
  • Faz bastante xixi de cada vez ?
  • A fralda fica “seca” por, pelo menos, três ou quatro horas, ou seja, consegue segurar o xixi ?
  • Não gosta de ficar molhada (de xixi) ?
  • Presta atenção e entende o que os adultos dizem ?
  • Sabe o lugar dos objetos e começa a guardá-los corretamente ?
  • Se interessa por ver os outros indo ao banheiro ?
  • Faz xixi e cocô em horários previsíveis e tem mais consciência do próprio corpo ?

É importante observar essas sinais, para que o processo seja o mais tranquilo possível e não haja nenhum trauma futuro para os baixinhos.

Como foi o nosso processo!

Quando a Ágatha estava com 2 anos ela já era bem curiosa em relação as coisas do banheiro, e ela também já tinha seu peniquinho, ela sempre queria ir junto ao banheiro e sempre se sentava no penico dela imitava tudo. Daí em diante ela começou a falar quando queria fazer xixi e cocô, claro que algumas vezes ela fazia e esquecia de falar, então começamos a observar os demais sinais e todos já eram bem presentes nela, começamos a explicar pra ela que sempre que ela quisesse fazer necessidades (xixi e/ou cocô) ela deveria pedir, e a grande maioria das vezes ela pedia.

Amanda mais em que momento você começou a fazer processo? você não trabalha? foi só aos finais de semana? Bom então, quando comecei, como ela ficava durante o dia da semana na casa do pai dela eu faza esse processo aos finais de semana, porém depois de uns 2 meses voltei a morar com minha mãe, o que ajudou muito nesse processo, pois ela deu sequencia com a Ágatha, e segundo os relatos dela foi super tranquilo, de 5 x que ela fazia necessidades 4 delas eram no peniquinho. Hoje a Ágatha está com 2 anos e 6 meses e ela fica o dia todo sem fralda, o sono da tarde não colocamos fralda nela, e durante a noite quase todas elas a fralda está sequinha ao acordar. Porém ainda não iniciamos o processo de desfralde noturno, mais já estamos cogitando essa possibilidade, estamos iniciando uma rotina para diminuir os líquidos antes de dormir, e levando ela para fazer xixi antes de deitar na cama. Confesso pra vocês que umas 3 noites nesse ultimo mês ela já dormiu sem fralda e não fez xixi na cama em nenhuma das 3 vezes.

Só é bom cuidar na forma que você fala com a criança, porque claro que algumas vezes (bem raras) a Ágatha acaba fazendo na calça, e já observei que quando isso acontece ela meio que fica decepcionada com ela mesma, então sempre que isso acontece eu explico pra ela que isso faz parte, que ela não precisa ficar triste e que a mamãe não vai brigar com ela, explico apenas pra ela ficar atenta na próxima vez que quiser usar o banheiro, pra ela largar as coisinhas onde estão e ir pro banheiro e me chamar. Sempre que ela faz certinho procuro comemorar junto com ela, e isso a incentiva cada vez mais.

Bom esse foi o nosso processo de desfralde diurno, o noturno ainda vamos iniciar, mais assim que começarmos o novo processo conto pra vocês como está sendo, espero ter ajudado vocês de alguma maneira.

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Introdução de alimentos – Como foi nossa adaptação

Não sofremos muito aqui em casa nesse processo, aos 5 meses a Ágatha estava tomando leite materno junto com o NAN H.A, pois eu já havia retornado ao trabalho quando ela estava completando 4 meses, e na metade do processo comecei a ter dificuldades para retirar o leite, sendo assim a pediatra incluiu o NAN para dar um suporte para os dias que não tivesse tanto leite materno. Com mais ou menos 5 meses e meio comecei o processo de introdução de novos alimentos, comecei primeiro com a banana e o mamão, mais confesso que não lembrei de dar um prazo de 4 dias para cada fruta, no sábado dei a Bananinha amassadinha e no domingo dei a papinha de mamão, permaneci nessas 2 frutinhas por 1 semana mais ou menos, intercalando em banana, mamão, banana com mamão, e dai em diante inserindo aos poucos outras frutinhas como maçã, manda, etc., tudo em porções pequenas uma média mais ou menos de 25 g. Mais que com a Ágatha não poderia ser diferente, todas as crianças tem aquele momento que não quer mais comer tal alimento ou faz aquela famosa ânsia de vômito, nós também passamos por isso, durante mais ou menos 1 mês ela fez ânsia com a banana, primeiro ela amou e depois do nada começou a fazer ânsia.

Aos 6 meses iniciei as papinhas salgadinhas, SEM SAL, durante todo o primeiro ano dela eu não cloquei sal quando fazia, e sempre comunicava para as pessoas que ficavam com ela, que eu não usava nada de sal apenas Tomilho (Quando fomos na pediatra nesse período ela me passou algumas recomendações e falou que eu não deveria usar sal nessa fase e caso quisesse usar algum tipo de tempero o mais indicado era o Tomilho, pois ele deixaria a comidinha dela com um saborzinho melhor), iniciamos então com papinhas de batata (comum), abobora, beterraba, batata salsa e por ai vai. De inicio não dei carne pra ela, mas para começar a inserir esse gostinho de carne eu cozinhava a carne ou frango com tomilho e pegava apenas o cadinho e misturava no purê, assim por diante. Foi super tranquilo ela começou logo de primeira comendo tudo que agente oferecia, claro que aceitava alguns alimentos melhores que os outros.

Com 9 meses eu já não estava mais trabalhando, então eu tinha mais tempo para me dedicar pra ela, eu colocava ela bem sentadinha e deixava ela comer mais livre, tratava dela mais também dava uma colherzinha pra ela já ir se acostumando,  e foi muito boa essa fase (claro que tem que ter um pouquinho mais de tempo e paciência pois no final vai ficar tudo sujo. rsrs) Foi nessa fase que nasceu o amor dela pelo brócolis, poi eu dava uma “arvorizinha verde” (chamamos assim até hoje) pra ele segurar com suas mãozinhas e comer.

A partir de 1 ano em diante não preciso nem dizer muito né, nesse período a Ágatha já comia de tudo um pouco, e já comia tudo em pedacinhos maiores, porém nada muito exagerado, mas sempre acompanhada por um adulto. Como eu já havia dado a liberdade dela comer sozinha, desde os 9 meses, não preciso nem falar, que quando eu estava com mais pressa, era um pouquinho difícil de ter controle sobre quando ela realmente podia comer sozinha ou não. Mais não me arrependo não, sempre achei legal a ideia das crianças começarem a ter independência.

Hoje não tenho o que reclamar a Ágatha já está com 2 anos e come de tudo, sim TUDO, ela ama bolos (igual a mamãe), mais você pode oferecer uma fruta que ela vai comer, pode oferecer uma verdura, que ela também vai comer. Confesso que isso me tranquiliza muito, pois a família é bem grande e cada um dá uma coisa diferente pra ela comer, alimentos indicados para a idade dela e alguns nada indicados para sua idade (lembrando que não é nenhum alimento mega proibido, mas não são tão indicados nessa idade), e sempre fiquei muito preocupada com isso, no incio achei que ela não fosse comer os alimentos mais saudáveis por conta das “besteirinhas” mais graças a Deus nada mudou, ela continua comendo e muito bem.

 

Algumas dicas importantes:

  • (4 – 6 meses): Regra dos 4 dias, espere 4 dias para oferecer outra variante. Porções do tamanho de um cubo de gelo (25 g). Faça purês e papinhas de maneira que fiquei bem molinhas.
  • (6 – 9 meses): Nessa fase os alimentos não precisam ser bem amassadinhos, procure manter a mesma quantidade de 25 g cada porção. O leite materno ainda continua sendo o liquido principal, você pode oferecer sucos porém nada de industrializados procure oferecer somente sucos naturais sem açúcar (não mais que 1/4 de xícara), sirva-os em copinhos adequados para a idade, nada de mamadeiras, pois através dela os líquidos ficam mais tempo em contato com os dentes, o que pode causar cáries. Comesse com as carnes mais leves, frangos e peixes, depois sim ofereça carne bovina, salmão, cordeiro, nesse estágio você já pode acrescentar derivados do leite, como iogurte, cream cheese e queijo pasteurizado. Lembrando que devem ser integrais pois as crianças com menos de 2 anos precisam de 40-50% de gordura em sua dieta. Quando o bebe estiver com 6 meses ou mais, é hora de você começar a pensar no desmame, e oferecer alimentos em pedaços para que ele possa comer sozinho. Lembrando também que vai depender da preferencia dos pais, com a Ágatha eu preferir dessa maneira e achei que foi super tranquila e ela adorou, só cuide apenas para não dar pedaços de frutas muito escorregadias, isso pode deixar o bebe mais agoniado e frusta-lo, você pode bater no liquidificador alguns cereais matinais a base de aveia ou flocos de aveia até ficar uma farinha bem fininha, assim você pode empanar pedacinhos de mangas e dar pro bebe.
  • (9 – 12 meses): Nessa fase os bebes já começam a ficar mais independentes, segurando garfos e colheres se alimentando sozinho, os dentinhos de leite já estão aparecendo facilitando na hora de se alimentar. Agora você já deve inserir diferentes texturas e cores, sem precisar que você esmague os alimentos. Lembrando que ainda sim você tem que tomar muito cuidado com o tamanho dos alimentos, eles devem ser picados em um tamanho não muito grande mais também não muito pequeno.
  • A partir de um ano: Nessa fase você pode levar a criança com você no supermercado e deixar que ela escolha alguns alimentos, como frutas e legumes, quanto mais cedo a criança conhecer novos sabores, menos exigentes ela sera no futuro. Os sucos nessa fase ainda devem ser de preferencia naturais não passando de 50 – 100 ml por dia, lembrando que o principal liquido ainda sim é o leite (nessa fase a criança já pode ingerir leite de vaca).

 

E com vocês como foi essa fase? E você que ainda não chegou ou está iniciando esse momento de introdução de novos alimentos, quais são as sua dúvidas? Compartilhe com agente.

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Segundo dia de Aula

Sim! O segundo dia acho que é algumas vezes mais marcante do que o primeiro, o nosso pelo menos foi, ela acordou feliz da vida empolgada para ir pra escolinha, chegamos lá e ela travou, Sim ela TRAVOU! começamos  tudo do 0 porém acho que pior, ele estava com um receio maior de que eu iria deixar ela ali sozinha, fomos na salinha dela, fomos para o parque da escola brincar com os amiguinhos, e não teve jeito toda hora ela me chamava, pedia pra mim ficar com ela, e detalhe tinha que ficar abaixada pra ficar da altura dela, não podia levantar, se eu levantasse ela me abaixava novamente (rsrs), fiquei 1h com ela na escolinha conversando sempre que a mamãe iria deixar ela com as prof’s e iria trabalhar e depois voltava pra pegar ela na escolinha para comermos pizza, mais igual ela fazia carinha de triste, até que eu vi que não ia ter jeito eu teria que ir mesmo ela chorando, então lá foi eu sai com o coração MEGA apertado, e quase chorando junto, ela se grudou em mim de um jeito, fui soltando ela e entregando para a Prof Ana, e sai. Não consegui nem olhar pra traz porque se olhasse não daria conta. Sai pela porta da escola louca para voltar e abraçar ela ber apertadinho. É realmente são sensações únicas, que TODAS nós passamos, por mais que sabemos que é bom pra eles estarem na escolinha, ficamos com o coração apertado nesses períodos de adaptação, dói ver aquela carinha de triste com nossa saída, dói ver eles empolgados com nossa presença ali vendo eles e saber que quando agente der tchau vão chorar, ou ficar triste, afinal é um mundo completamente diferente pra eles. Fiquei a manhã toda agoniada pois queria saber como ela estava, ver ela, então falei com a Diretora pelo whatsapp, e então ela super atenciosa me mandou 2 fotinhos dela na hora do lanchinho com uma carinha bem melhor, mais sabem como é mãe né! rsrs só vou sossegar a hora que eu ver ela realmente.
Confesso que fiquei agoniada o dia todo, até ver ela rsrs. Quando cheguei na escola lá estava ela, já havia feito até uma amigam SIM! uma amiga, as duas se grudaram e iam de um lado para o outro juntas, fiquei uns 5min no meio do pátio da escola até então finalmente ela me ver, veio me deu um beijo e já saiu para brincar com a amiga, andaram de mãos dadas, contaram histórias, uma ajudou a outra, foram no castelo, no escorrega, tomaram água, faziam tudo juntas, e na hora de ir embora se abraçaram lindas. Ágatha foi o caminho todo falando de sua nova amiga, falou das brincadeiras, falou da hora do lanche, do almoço, era nítida sua felicidade em ter passado o dia com os amiguinhos.
O segundo dia foi mais difícil a chegada mais o dia já foi mais produtivo rsrs, já fez até uma nova amiga.
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Primeiro dia de Aula

 

O que falar do primeiro dia de aula, pra nós aqui em casa foi o dia mais esperado, a Ágatha sempre ficou em casa, mas sempre pediu para ir para a escola, inclusive diversas vezes ela colocava a mochilinha nas costas ou pegava uma bolsa pela casa e saia dizendo que estava indo para a escola. Hoje está com 2 anos e esse foi seu primeiro contato com a escolinha, acordou meia ressabiada e animada ao mesmo tempo, a mamãe aqui estava empolgada e preocupada também com essa adaptação (rsrs). – Quando me perguntaram como eu achava que seria, falei tranquilamente que eu não tinha problemas com isso, mais retiro o que eu disse, a sensação é semelhante em todos nós, papais e mamães (rsrs), o friozinho na barriga da igual – Mais então! Levantamos nos arrumamos e ela já foi se soltando, pegou a mochila e saiu mega empolgada pra escola, chegamos lá entrou quietinha e ficou analisando tudo, foi pegando um brinquedo aqui, outro ali, os coleguinhas foram chegando, e ela foi analisando todo (rsrs), pegou outro brinquedo aqui e ali, perguntei se eu podia ir trabalhar e ala “Não! Mamãe, não!” “Vem brincar”, brinquei mais um pouco com ela, andamos pela escola, e já fui conversando explicando que ela ficaria ali com as professoras e  com os coleguinha, ficou ressabiada e logo voltou a se soltar, dei mais um tempinho pra ela, e comecei a fazer umas cosquinhas, brincamos e conversei novamente com ela junto com a Prof e uma coleguinha, então ela me olhou e me deu um beijo de batom, dei vários beijinhos de batom (hehe) e ela me deu vários também e me deu um abracinho e então deu tchau, ficou brincando com a amiguinha. Eu? aah, eu como toda mãe fui saindo da escola com aquela postura de que está tudo ÓTIMO, mas na verdade estava com o coração apertadinho, realmente acho que quem sofre mais somos nós, ou ambas as partes de igual para igual. Achei que pra mim seria super tranquilo pelo fato de que ela dorme as vezes na casa do pai, avó, tia, mais não, escola é escola! A sensação é completamente diferente, é algo que não tem como explicar, mesmo sabendo que ela será bem cuidada, é uma preocupação diferente, acho que não é nem algo diretamente com a escola, e nem relacionado ao medo da criança não ser bem tratada, acho que é mais uma preocupação com ela mesmo, preocupação de como ela vai se sentir, se vai gostar, se vai se divertir, essas coisas que no fundo sabemos que sim, principalmente se for uma criança que está sempre em contato com crianças diferentes – Que é o caso da Ágatha – Não tenho dúvidas que ela está bem e que vai voltar pra casa cheia de histórias toda empolgada. Agora fica a ansiedade de chegar o final do dia para pegar ela na escola, ver como ela está e ouvir as histórias.
Quando chego na escola para irmos pra casa, lá estava ela, brincando lindamente na areia da escola, próxima de seus novos coleguinhas, observando cada coisa que eles faziam, quando me viu? Aah não preciso nem falar na felicidade dela né, e mais, ficou toda contente e saiu correndo me chamando para brincar com ela, ver ela escorregando no escorregador, subindo no castelo, a felicidade em seu olhar era nítida. Convidei ela pra ir pra casa e quem disse que queria ir, não queria mais sair dali, foi 7x no escorregador até convence-lá de ir pra casa, e que amanhã ela poderá brincar novamente.
Bom esse foi nossos primeiros momentos sobre o primeiro dia de aula.
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